<!DOCTYPE html PUBLIC "-//W3C//DTD XHTML 1.0 Transitional//EN" "http://www.w3.org/TR/xhtml1/DTD/xhtml1-transitional.dtd"><html xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml" lang="pt" ><head><link rel="alternate" hreflang="en" href = "http://en.instr.scorser.com/C/Alto/Gregorian+chant/All/Alphabeticly.html"/><link rel="alternate" hreflang="ru" href = "http://ru.instr.scorser.com/C/%d0%90%d0%bb%d1%8c%d1%82/%d0%93%d1%80%d0%b8%d0%b3%d0%be%d1%80%d0%b8%d0%b0%d0%bd%d1%81%d0%ba%d0%be%d0%b5+%d0%bf%d0%b5%d0%bd%d0%b8%d0%b5/%d0%92%d1%81%d0%b5/Alphabeticly.html"/><link rel="alternate" hreflang="de" href = "http://de.instr.scorser.com/C/Alt/Gregorianischer+Choral/Alle/Alphabeticly.html"/><link rel="alternate" hreflang="fr" href = "http://fr.instr.scorser.com/C/Alto/Chant+gr%c3%a9gorien/Tous/Alphabeticly.html"/><link rel="alternate" hreflang="es" href = "http://es.instr.scorser.com/C/Alto/Canto+gregoriano/Todos/Alphabeticly.html"/><link rel="alternate" hreflang="pl" href = "http://pl.instr.scorser.com/C/Alt/Chora%c5%82+gregoria%c5%84ski/Wszystkie/Alphabeticly.html"/><link rel="alternate" hreflang="it" href = "http://it.instr.scorser.com/C/Alto/Canto+gregoriano/Tutto/Alphabeticly.html"/><link rel="alternate" hreflang="nl" href = "http://nl.instr.scorser.com/C/Alt/Gregoriaanse+muziek/Alle/Alphabeticly.html"/><link rel="canonical" href="http://pt.instr.scorser.com/C/Todos/Canto+gregoriano/Todos/Alphabeticly.html"/><script async src="https://www.googletagmanager.com/gtag/js?id=G-WCCFERMEWR"></script>
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</script><div class="clear10"></div><div class="clear10"></div><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Canto_gregoriano">Wikipedia</a><div class="p">O canto gregoriano, também chamado de cantochão, é um gênero de música vocal monofônica, monódica (só uma melodia), não acompanhada, ou acompanhada apenas pela repetição da voz principal com o órganon, com o ritmo livre e não medido, utilizada pelo ritual da liturgia católica romana.</div><div class="p">As características foram herdadas dos salmos judaicos, cantados nas antigas Sinagogas, em conjunto com costumes locais, como das Igrejas Orientais, assim como dos chamados modos gregos.</div><div class="p">Somente este tipo de prática musical podia ser utilizada na liturgia ou outros ofícios católicos. Só nos finais da Idade Média é que a polifonia (harmonia obtida com mais de uma linha melódica em contraponto) começou a ser introduzida nos ofícios da cristandade de então, e a coexistir com a prática do canto gregoriano.</div><div class="p">Diversos cantos eclesiásticos, de melodias simples, foram desenvolvidos em meio aos Séculos III e IV baseados nos recitativos da liturgia das primeiras gerações de cristãos. Cada região desenvolvia seu próprio repertório, bem como sua forma particular de execução. Dessa forma, antecedendo o que viria a ser tornar o canto gregoriano, têm-se diversos tipos de cantos litúrgicos praticados em regiões diversas, como, por exemplo, o Ambrosiano (em Milão e norte da Itália), Romano (em Roma), Moçárabe (na Península Ibérica), Beneventano (no sul da Itália) e o Galicano (na Gália).</div><div class="p">Por volta do século VI, Gregório Magno selecionou, compilou e sistematizou os cânticos eclesiásticos e diferentes liturgias ocidentais espalhados pela Europa com o objetivo de unifica-los para serem utilizados nas celebrações religiosas da Igreja Católica. É de seu nome que deriva o termo gregoriano.</div><div class="p">Além da compilação e sistematização dos cânticos, o Papa Gregório fundou a Schola Cantorum, instituição cuja finalidade era ensinar e aprimorar o canto litúrgico. Mosteiros e abadias de toda a Europa enviavam religiosos para Roma no intuito de adquirir a necessária formação musical para, posteriormente, levar tais ensinamentos para a comunidade local.</div><div class="p"> Com a unificação e padronização realizada pelo Papa Gregório I, o canto gregoriano não apenas se propagou pelas Igrejas e Mosteiros da Europa, tendo seu auge na alta Idade Média, como também deixou de ser apenas recitações dos Salmos e trechos bíblicos, monges de mosteiros por toda Europa começaram a compor músicas e poesias com o canto gregoriano. Um dos nomes que mais se destacou no que diz respeito à composição do canto gregoriano é o da freira beneditina <a href="http://pt.instr.scorser.com/C/Alto/Hildegarda+de+Bingen/Todos/Popularity.html">Hildegarda de Bingen</a> (1098-1179). Hildegarda se destacou com sua música, dentre outras áreas, e com seus versos que transcendem o texto meramente religioso e beiram a poesia.</div><div class="p">Com o surgimento da polifonia no fim da Idade Média, o Canto gregoriano foi caindo em desuso e, consequentemente, no esquecimento. Foi o abade beneditino Prosper Guéranger (1805–1875) da Abadia de Solesmes, quem teve a iniciativa de, através do estudo de antigos manuscritos, iniciar o processo de restauração do canto gregoriano. Tal processo paleográfico ocorre até os dias de hoje, muitas vezes em parceria com Universidades, buscando não só a perfeita compreensão de manuscritos antigos como também o estudo performático para a execução mais apropriada do canto ritualístico.</div><div class="p">O canto gregoriano não é um gênero musical no sentido estrito do termo. Desde seu surgimento que a música cristã é uma oração cantada, a qual devia realizar-se não de forma puramente material, mas com devoção ou, como dizia Paulo (Apóstolo): "cantando a Deus em vosso coração". O texto era, pois, a razão de ser do canto gregoriano. Na verdade, o canto do texto se baseia no princípio - segundo Santo Agostinho - de que "quem canta, ora duas vezes".</div><div class="p">O canto gregoriano jamais poderá ser entendido sem o texto, que deve ser em Latim, e que possui primazia sobre a melodia, pois é quem dá sentido a esta. Por isso, ao interpretá-lo, os cantores devem haver compreendido bem o sentido dele. Em consequência, deve-se evitar qualquer impostação de voz de tipo operístico, em que se busca o destaque do intérprete.</div><div class="p">O canto gregoriano é grafado em um sistema de quatro linhas - o Tetragrama - através de uma notação quadrada denominada Neuma. Os neumas passaram a ser utilizados a partir do Século XIII. O desenvolvimento da escrita pneumática se deve ao medo dos monges de perder a preciosidade melódica do canto gregoriano,que teve sua escrita inventada a partir de moldes musicais bizantinos |bizantina]].</div><div class="p">Os neumas, basicamente, grafam um ponto (em latim, punctus) para cada sílaba do texto. Por vezes, a mesma sílaba pode ser executada com diversas notas, neste caso uma única sílaba é grafada com diversos neumas ornando a execução do cântico. Tal técnica recebe o nome de Melisma.</div><div class="p">Para determinar a altura da notas no tetragrama, são utilizadas claves no início de cada sistema. No canto gregoriano as claves utilizadas são: a clave de Dó (C) e a clave de Fá (F).</div><div class="p">A notação moderna do Canto gregoriano incorporou alguns sinais semelhantes aos encontrados numa partitura comum, como a barra de pontuação (que em muito se assemelha à barra de compasso) e um pequeno ponto (em latim, punctum-mora) sobre o neuma para indicar sílabas mais longas (o qual guarda estreita semelhança com o ponto de aumento).</div><div class="p">Como mencionado alhures, os neumas grafam sílaba por sílaba do texto e em alguns casos, mais de um neuma para a mesma sílaba. Na notação neumática cada nota possui o mesmo pulso, independente de sua forma ou nomenclatura, que pode ser considerado similar à colcheia da notação moderna.</div><div class="p">Abaixo, alguns exemplos de neumas mais comuns como:</div><div class="p">Embora na música moderna seja bem comum a utilização do termo modos gregos (também chamados de "modos litúrgicos" ou "modos eclesiásticos"), no canto gregoriano os modos utilizados são chamados de Tons Salmódicos, uma vez que eram usados para a recitação dos Salmos (salmodia). Tais tons são escalas modais que são escolhidas conforme melhor se adaptem à antifona que acompanham e/ou à cadência final da peça musical.</div><div class="p">São quatro as escalas modais utilizadas nas composições gregorianas e levam os nomes medievais de Protus, Deuterus, Tritus e Tetrardus. Cada uma dessas quatro escalas possuem os modos "Autêntico" e "Plagal", chegando assim a oito modos diferentes - oktoechos.</div><div class="p">Há os chamados finais de modo que são: ré, mi, fá, e sol. também as dominantes sendo: lá fá si lá dó lá ré dó.</div><div class="p">Além dos oito tons salmódicos, em algumas ocasiões são utilizados o modo In directum, para Salmos não precedidos de antífona, e o modo Peregrinus, utilizado em antífonas de modalidade particular que não se encaixa em nenhum dos oito modos.</div><div class="p">O canto gregoriano é reconhecido pelo Concílio Vaticano II como a música própria dos ritos da Igreja Católica.</div></body></html>