<!DOCTYPE html PUBLIC "-//W3C//DTD XHTML 1.0 Transitional//EN" "http://www.w3.org/TR/xhtml1/DTD/xhtml1-transitional.dtd"><html xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml" lang="pt" ><head><link rel="alternate" hreflang="en" href = "http://en.instr.scorser.com/C/Brass+instrument/Charles+the+Bold/All/Popularity.html"/><link rel="alternate" hreflang="ru" href = "http://ru.instr.scorser.com/C/%d0%9c%d0%b5%d0%b4%d0%bd%d1%8b%d0%b5+%d0%b4%d1%83%d1%85%d0%be%d0%b2%d1%8b%d0%b5+%d0%bc%d1%83%d0%b7%d1%8b%d0%ba%d0%b0%d0%bb%d1%8c%d0%bd%d1%8b%d0%b5+%d0%b8%d0%bd%d1%81%d1%82%d1%80%d1%83%d0%bc%d0%b5%d0%bd%d1%82%d1%8b/%d0%9a%d0%b0%d1%80%d0%bb+%d0%a1%d0%bc%d0%b5%d0%bb%d1%8b%d0%b9/%d0%92%d1%81%d0%b5/Popularity.html"/><link rel="alternate" hreflang="de" href = "http://de.instr.scorser.com/C/Blechblasinstrument/Karl+der+K%c3%bchne/Alle/Popularity.html"/><link rel="alternate" hreflang="fr" href = "http://fr.instr.scorser.com/C/Cuivres/Charles+le+T%c3%a9m%c3%a9raire/Tous/Popularity.html"/><link rel="alternate" hreflang="es" href = "http://es.instr.scorser.com/C/Instrumento+de+viento+metal/Carlos+el+Temerario/Todos/Popularity.html"/><link rel="alternate" hreflang="pl" href = "http://pl.instr.scorser.com/C/Instrument+d%c4%99ty+blaszany/Karol+%c5%9amia%c5%82y/Wszystkie/Popularity.html"/><link rel="alternate" hreflang="it" href = "http://it.instr.scorser.com/C/Ottoni/Carlo+I+di+Borgogna/Tutto/Popularity.html"/><link rel="alternate" hreflang="nl" href = "http://nl.instr.scorser.com/C/Koperblazer/Karel+de+Stoute/Alle/Popularity.html"/><link rel="canonical" href="http://pt.instr.scorser.com/C/Todos/Carlos%2c+Duque+da+Borgonha/Todos/Popularity.html"/><script async src="https://www.googletagmanager.com/gtag/js?id=G-WCCFERMEWR"></script>
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</script><div class="clear10"></div><div class="clear10"></div><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Carlos,_Duque_da_Borgonha">Wikipedia</a><div class="p">Carlos I da Borgonha, também conhecido como Carlos, o Audaz ou o Temerário (em francês: Charles le Hardi ou le Téméraire; batizado Charles Martin; 10 de Novembro de 1433 — 5 de Janeiro de 1477), foi duque da Borgonha de 1467 a 1477.</div><div class="p">Conhecido por seus inimigos como Charles, le Terrible ("Carlos, o Terrível"), foi o último duque Valois da Borgonha. Sua morte prematura teve importância decisiva, embora pouco reconhecida, na história europeia.</div><div class="p">Após sua morte, seus domínios começaram um movimento inevitável de divisão entre a França e os Habsburgos (que, através do casamento com a herdeira de Carlos, Maria da Borgonha, se tornaram seus herdeiros). Nenhum dos lados estava satisfeito com os resultados e a desintegração do estado borgonhês esteve na raiz da maioria das principais guerras na Europa ocidental por mais de dois séculos.</div><div class="p">Carlos, o Temerário, nasceu em Dijon, terceiro filho de Filipe, o Bom e de Isabel de Portugal.</div><div class="p">Enquanto seu pai foi vivo (1433-1467), Carlos usou o título de Conde de Charolais; mais tarde, assumiu todos os títulos do pai, inclusive o de "Grão-Duque do Ocidente". Com apenas vinte dias de idade, tornou-se cavaleiro da Ordem do Tosão de Ouro, sendo empossado por Carlos I, Conde de Nevers e senhor de Croÿ.</div><div class="p">Foi educado sob a direção do senhor de Auxy, cedo mostrando grande aplicação para o estudo e também para os exercícios de combate. A corte de seu pai era a mais extravagante da Europa na época, além de um centro de artes e comércio. Ao longo da infância e da juventude, Carlos testemunhou os esforços do pai para unir seus domínios crescentes em um Estado único. Posteriormente, viria a concentrar seus próprios esforços na continuação e manutenção dos sucessos do pai.</div><div class="p">Em 1440, aos sete anos, Carlos casou-se com Catarina, filha de Carlos VII, rei de França e irmã do delfim (mais tarde Luís XI). A noiva, que era apenas cinco anos mais velha do que o noivo, morreu em 1446 aos dezoito anos. O casal não teve filhos.</div><div class="p">Em 1454, aos 21 anos de idade, estando viúvo há oito, Carlos casou-se pela segunda vez. Queria a Margarida de Iorque filha de um primo seu, o duque de York, que era irmã dos reis Eduardo IV e Ricardo III da Inglaterra, mas, de acordo com o Tratado de Arras de 1435, foi obrigado a casar-se com uma princesa real de França. Seu pai escolheu, em seu nome, Isabel de Bourbon, filha da irmã de Filipe, o Bom, e prima muito distante de Carlos VII de França. Isabel viria a morrer em 1465, deixando órfã Maria, única filha sobrevivente de Carlos e herdeira de todos os domínios borgonheses.</div><div class="p">Carlos manteve um contacto estreito com seu cunhado, o delfim, quando este se refugiou na corte da Borgonha de 1456 até suceder a seu pai como rei de França, em 1461. Mas Luís começou a insistir em algumas das mesmas políticas de seu pai; Carlos viu com decepção a retomada posterior das localidades do rio Somme, que o pai de Luís cedera em 1435 ao pai de Carlos, segundo o Tratado de Arras. Quando a saúde de seu pai fraquejou, permitindo-lhe tomar as rédeas do governo (de que seu pai abdicou completamente a seu favor por um ato de 12 de abril de 1465), Carlos começou sua batalha de uma vida contra Luís XI e tornou-se um dos principais líderes da Liga do Bem-Estar Público.</div><div class="p">Para sua terceira esposa, Carlos teve como oferta a mão da filha de Luís XI, Anne; no entanto, a esposa que escolheu foi Margarida de Iorque (sua prima em segundo grau, pois ambos descendiam de João de Gante). Com a morte de seu pai, Carlos, não mais vinculado ao Tratado de Arras, decidiu juntar-se ao antigo aliado da Borgonha, a Inglaterra. Luís fez o que pôde para impedir ou atrasar o casamento (enviando até barcos franceses para assaltar Margarida na sua viagem para Sluys), mas, no verão de 1468, o casamento foi sumptuosamente celebrado em Bruges e Carlos tornou-se cavaleiro da Ordem da Jarreteira. O casal não teve filhos, mas Margarida dedicou-se à sua filha adotiva Maria; e, muitos anos mais tarde, depois da morte de Maria, cuidou dos dois filhos desta enquanto pôde. Margarida viveu mais do que o marido e foi a única de suas esposas a ser duquesa da Borgonha. As duas primeiras morreram ainda em vida de Filipe, duque da Borgonha, sendo por isso conhecidas como «condessas de Charolais».</div><div class="p">Ainda como Conde de Charolais e herdeiro do Duque de Borgonha, Carlos liderou a Liga do Bem Público, uma aliança que congregava os mais proeminentes senhores feudais em oposição à política de fortalecimento da autoridade real dirigida por Luis XI.</div><div class="p">A liga incluía entre suas figuras centrais, o próprio Duque de Berry, irmão mais novo de Luis XI e herdeiro presuntivo do trono naquela ocasião. Contava ainda com a participação de Francisco II, duque da Bretanha; João II, Senhor de Bourbon e o apoio de Frederico I, príncipe eleitor do Palatinado.   </div><div class="p">Em 12 de abril de 1465, Filipe abdicou em favor de Carlos, que passou o verão seguinte conduzindo a guerra contra Luís XI. Carlos foi mestre de campo na batalha de Montlhéry (13 de julho de 1465), onde ele foi ferido, mas esta não impediu o rei de entrar novamente em Paris e nem assegurou a Carlos uma vitória decisiva. Ele teve sucesso, todavia, em impor a Luís o Tratado de Coflans (4 de outubro de 1465), pelo qual o rei lhe devolveu as vilas do Somme, os condados de Boulogne-sur-Mer e Guînes e vários outros pequenos territórios. Durante as negociações para o tratado, sua esposa Isabel morreu repentinamente em Les Quesnoy em 25 de setembro, tornando um casamento político possível. Como parte do Tratado, Luís prometeu-lhe a mão de sua jovem filha Anne, com Champagne e Ponthieu como dote, mas o casamento não aconteceu.</div><div class="p">Nesse meio tempo, Carlos obteve a rendição de Ponthieu. A revolta de Liège contra seu pai e seu cunhado, Luis de Bourbon, o príncipe-bispo de Liège e o desejo de punir a cidade de Dinant, interferiram para desviar sua atenção dos assuntos da França. Durante o período prévio às guerras de verão, Dinant comemorara o falso rumor que Carlos fora derrotado em Montlhélry e seus habitantes cantaram que ele era o bastardo da duquesa Isabel e de João de Heinsburg, o bispo anterior de Liège (m. 1455). Em 25 de agosto de 1466, Carlos marchou contra Dinant, determinado a vingar esta difamação sobre a honra de sua mãe e saqueou a cidade, matando cada homem, mulher e criança dentro dela; talvez não de maneira surpreendente, ele também de forma bem sucedida negociou ao mesmo tempo com o Bispado de Liège. Após a morte de seu pai, Filipe, o Bom (15 de junho de 1467), o Bispado de Liège renovou as hostilidades, mas Carlos derrotou-o em Sint-Truiden e fez uma entrada vitoriosa em Liège, cujas muralhas ele derrubou e privou a cidade de alguns dos seus privilégios.</div><div class="p">Alarmado pelos sucessos iniciais do novo duque da Borgonha e ansioso em ajustar várias questões relacionadas à execução do tratado de Conflans, Luís solicitou uma reunião com Carlos e corajosamente se colocou em suas mãos em Péronne. Durante as negociações o duque foi informado de uma nova revolta do Bispado de Liège secretamente fomentado por Luís. Após deliberar por quatro dias como tratar com seu adversário, que havia se colocado desastradamente à sua mercê, Carlos decidiu respeitar a palavra de honra que ele tinha dado e negociou com Luís (outubro de 1468); ao mesmo tempo o obrigou a ajudar a sufocar a revolta. A cidade foi assaltada e os seus habitantes massacrados; Luís não interveio em favor de seus antigos aliados.</div><div class="p">Ao final da trégua de um ano que se seguiu ao Tratado de Péronne, o rei acusou Carlos de traição, intimou-o a comparecer diante do parlamento e tomou algumas das cidades no Somme (1471). O duque retaliou invadindo a França com um grande exército, tomando posse de Nesle e massacrando seus habitantes. Ele fracassou, no entanto, no ataque a Beauvais; teve que se contentar em pilhar o interior até Ruão, finalmente se retirando sem ter conquistado qualquer resultado proveitoso.</div><div class="p">Outros assuntos, além disso, ocupavam sua atenção. Abrindo mão, se não de sua eminência majestosa, pelo menos de parte da extravagância que caracterizara a corte da Borgonha sob seu pai, ele direcionou todos seus esforços em direção ao desenvolvimento de seu poder político e militar. Desde o começo de seu governo ele se ocupou em reorganizar seu exército e a administração de seus territórios. Enquanto mantinha os princípios de recrutamento feudal, ele se empenhou em estabelecer um sistema de disciplina rígido entre suas tropas, que ele fortaleceu com o pagamento a mercenários estrangeiros, especialmente ingleses e italianos e pelo desenvolvimento de sua artilharia.</div><div class="p">Além disto, ele não perdia oportunidades de ampliar o seu poder. Em 1469, o arquiduque da Áustria, Segismundo, vendeu-lhe o condado de Ferrette, o landgravato da Alsácia e algumas outras cidades, ficando ele com o direito de recomprá-las.</div><div class="p">Em outubro de 1470, seu cunhado, Eduardo IV, rei da Inglaterra e muitos seguidores de Iorque se refugiaram na corte borgonhesa quando o deposto Henrique VI de Inglaterra voltou ao trono na Redenção de Henrique VI. Em março do ano seguinte, com apoio burgúndio, Eduardo desembarcou de volta na Inglaterra e em maio reivindicou a coroa. Em 1472-1473, Carlos recebeu o ducado de Guéldria de seu antigo duque, Arnoldo (isto é, o direito de suceder-lhe), que ele apoiara contra a rebelião de seu filho. Não satisfeito como sendo o "Grão-Duque do Ocidente", ele concebeu o projeto de formar um reino da Borgonha ou Arles com ele como soberano independente e até persuadiu o imperador Frederico a concordar em coroá-lo como rei em Tréveris. A cerimônia, todavia, não aconteceu devido à precipitada fuga do imperador (setembro de 1473), ocasionada pelo seu desprazer com a atitude do duque. No final de 1473, seu ducado da Borgonha atingiu a França e expandiu seus domínios dos Países Baixos. Carlos, o Temerário, era agora um dos nobres mais ricos e poderosos da Europa. Sua fortuna e propriedades rivalizavam com as de muitas das famílias reais.</div><div class="p">Em 29 de agosto de 1475, o rei Luis XI firmou com os ingleses em Picquigny um tratado que pôs fim à Guerra dos Cem Anos, o que lhe permitiu dispor de recursos para confrontar o poderio do Duque de Borgonha.</div><div class="p">Politicamente isolado, Carlos, o Temerário, firma uma trégua com o rei francês e passa a atacar o Ducado de Lorena, visando reunir seus domínios da Borgonha às suas possessões nos Países Baixos, quiçá almejando a possibilidade de liberar-se de seus laços de vassalagem e constituir um novo reino, que reuniria em seu favor o território do antigo Reino da Lotaríngia.</div><div class="p">Progredindo com rapidez, as forças borgonhesas tomam Charmes e Epinal e por fim impõem um cerco a capital Nancy, que se rende em 24 de novembro de 1475, após um mês de assédio. O Duque de Lorena, Renato II refugia-se ao norte; na cidade de Joinville.</div><div class="p">Valendo-se do apoio velado de Luis XI, que dispõe dos recursos financeiros para contratar um exército de mercenários suíços, o Duque de Lorena lança um contra-ataque às forças borgonhesas.</div><div class="p">Os exércitos suíços vencem as forças de Carlos, o Temerário, nas sucessivas batalhas de Grandson, em março de 1476 e Morat, em junho do mesmo ano, onde o exército borgonhês é destroçado e perde a quase totalidade de sua artilharia; forçando a retirada de Carlos para Dijon, a fim de arregimentar novos efetivos.</div><div class="p">A frente de um exército de cinco mil homens, Renato II monta em agosto de 1476 um cerco a cidade de Nancy, defendida por cerca de dois mil soldados anglo-borgonheses comandados por Jean de Rubempré, que se rende à 7 de outubro, sem saber que Carlos, o Temerário, estava a caminho com reforços.</div><div class="p">Em 22 de outubro, Carlos, o Temerário, chega às portas de Nancy e impõe novo cerco a cidade. O Duque Renato II de Lorena, ciente da aproximação do exército borgonhês, retira-se para Sant Nicolas de Port; deixando apenas uma guarnição suficiente para defesa das muralhas.</div><div class="p">No início do ano de 1477, Nancy ainda resistia ao assédio das tropas borgonhesas.</div><div class="p">O Duque de Lorena, em acordo com seus aliados articula um contra-ataque.</div><div class="p">Carlos, o Temerário, inteirado da chegada do exército de Renato II, toma posição na colina de Jarville à 5 de janeiro, sendo surpreendido pela chegada da cavalaria suíça, que após uma marcha de duas horas emergiu dos taludes do bosque de Saurupt, carregando contra a ala direita das posições borgonhesas.</div><div class="p">As tropas suíças conseguem fazer a junção com o exército de Renato II, comprimindo as forças borgonhesas que ainda mantinham o controle da Ponte de Bouxieres.</div><div class="p">Decidido a resistir até o último homem, o Duque de Borgonha reuniu o restante de seus homens buscando abrir caminho entre os dois exércitos adversários, o que resultou no total aniquilamento de suas tropas.</div><div class="p">Carlos, o Temerário, foi mortalmente atingido por um golpe de alabarda durante a refrega com a infantaria suíça. Seu corpo foi encontrado dias após em meio a neve, semi-desfigurado, pois servira de pasto aos lobos.</div><div class="p">Foi sepultado com honras na Basílica de Saint-George em Nancy.</div><div class="p">Posteriormente, em 1550, seu bisneto, o Imperador do Sacro Império Romano-Germânico, Carlos V ordenou seu translado para a Igreja de Nossa Senhora em Bruges.</div><div class="p">A morte de Carlos, o temerário, desarticulou a oposição de parte da alta nobreza ao rei Luis XI, representando um importante passo em relação à política de centralização do poder real que levada adiante pelos seus sucessores culminou na instauração do regime absolutista.</div><div class="p">Luis XI anexou os territórios da Borgonha e do Franco-Condado à coroa francesa, tendo mais tarde restituído o Franco-Condado a Filipe de Habsburgo (neto de Carlos, o Temerário).</div><div class="p">Também a Confederação Helvética, incorporou ao seu território a cidade-estado de Friburgo (anteriormente ligada à casa de Sabóia, aliada de Carlos I).</div><div class="p">O restante dos seus territórios teve como herdeira sua única filha, Maria, de 19 anos, cujo casamento com o futuro imperador Maximiliano I de Habsburgo gerou grandes implicações na política europeia de então.</div><div class="p">Maria usou o título de duquesa de Borgonha e seus herdeiros se descreveram como duques de Borgonha, recusando-se a aceitar a perda do ducado. Em 1525, Carlos V, imperador do Sacro Império (neto de Maria) foi restaurado ao título e ao território pelo rei francês Francisco I, como parte do Tratado de Madrid; porém o Tratado foi repudiado pelo próprio Francisco I, pouco depois da assinatura, de modo que Carlos V nunca controlou de fato o ducado.</div><div class="p">A herança de Carlos, o Temerário, constituiu o objeto em disputa entre as casas reinantes de França e Áustria, estando no centro dos principais conflitos verificados na Europa nos séculos seguintes.</div></body></html>