<!DOCTYPE html PUBLIC "-//W3C//DTD XHTML 1.0 Transitional//EN" "http://www.w3.org/TR/xhtml1/DTD/xhtml1-transitional.dtd"><html xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml" lang="pt" ><head><link rel="alternate" hreflang="en" href = "http://en.instr.scorser.com/C/Physharmonica/Chiquinha+Gonzaga/All/Popularity.html"/><link rel="alternate" hreflang="ru" href = "http://ru.instr.scorser.com/C/Physharmonica/%d0%93%d0%be%d0%bd%d0%b7%d0%b0%d0%b3%d0%b0%2c+%d0%a8%d0%b8%d0%ba%d0%b8%d0%bd%d1%8c%d1%8f/%d0%92%d1%81%d0%b5/Popularity.html"/><link rel="alternate" hreflang="de" href = "http://de.instr.scorser.com/C/Physharmonika/Chiquinha+Gonzaga/Alle/Popularity.html"/><link rel="alternate" hreflang="fr" href = "http://fr.instr.scorser.com/C/Physharmonica/Chiquinha+Gonzaga/Tous/Popularity.html"/><link rel="alternate" hreflang="es" href = "http://es.instr.scorser.com/C/Physharmonica/Chiquinha+Gonzaga/Todos/Popularity.html"/><link rel="alternate" hreflang="pl" href = "http://pl.instr.scorser.com/C/Physharmonica/Chiquinha+Gonzaga/Wszystkie/Popularity.html"/><link rel="alternate" hreflang="it" href = "http://it.instr.scorser.com/C/Physharmonica/Chiquinha+Gonzaga/Tutto/Popularity.html"/><link rel="alternate" hreflang="nl" href = "http://nl.instr.scorser.com/C/Physharmonica/Chiquinha+Gonzaga/Alle/Popularity.html"/><link rel="canonical" href="http://pt.instr.scorser.com/C/Todos/Chiquinha+Gonzaga/Todos/Popularity.html"/><script async src="https://www.googletagmanager.com/gtag/js?id=G-WCCFERMEWR"></script>
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</script><div class="clear10"></div><div class="clear10"></div><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Chiquinha_Gonzaga">Wikipedia</a><div class="p">Francisca Edwiges Neves Gonzaga, mais conhecida como Chiquinha Gonzaga (Rio de Janeiro, 17 de outubro de 1847 — Rio de Janeiro, 28 de fevereiro de 1935) foi uma compositora, instrumentista e maestrina brasileira.</div><div class="p">Foi a primeira pianista <a href="http://pt.instr.scorser.com/CC/Physharmonica/Rocha%2c+Davi/Choro.html">chorona</a> (musicista de choro), autora da primeira marcha carnavalesca com letra ("Ó Abre Alas", 1899) e também a primeira mulher a reger uma orquestra no Brasil.</div><div class="p">No Passeio Público do Rio de Janeiro há uma herma em sua homenagem, obra do escultor Honório Peçanha. Em maio de 2012 foi sancionada a Lei 12 624, que instituiu o Dia da Música Popular Brasileira, comemorado no dia de seu aniversário.</div><div class="p">Era filha da união de José Basileu Gonzaga, marechal de campo do Exército Imperial Brasileiro e de Rosa Maria Neves de Lima, filha de escrava alforriada. Contrariando a família, José Basileu casou-se com Rosa Maria após o nascimento de Francisca.</div><div class="p">Chiquinha Gonzaga cresceu em uma família de pretensões aristocráticas (afilhada de Luís Alves de L. e Silva, Duque de Caxias) e conviveu bastante com a rígida família paterna.</div><div class="p">Fez seus estudos normais com o cônego Trindade, um professor de referência, e musicais no piano com o Maestro <a href="http://pt.instr.scorser.com/C/Physharmonica/Elias+%c3%81lvares+Lobo/Todos/Popularity.html">Elias Álvares Lobo</a>.</div><div class="p">Desde cedo, frequentava rodas de <a href="http://pt.instr.scorser.com/CC/Physharmonica/Bahia%2c+Xisto/Lundu.html">lundu</a>, umbigada e outros ritmos oriundos da África. Aos 11 anos escreve sua primeira composição, a canção natalina Canção dos Pastores.</div><div class="p">Em 1863, aos 16 anos, por imposição paterna, casou-se com Jacinto Ribeiro do Amaral, oficial da Marinha Mercante, e logo engravidou. Não suportando a reclusão do navio onde o marido servia, e a proibição de que não se envolvesse com a música, Chiquinha, seis anos depois, abandona o matrimônio, escandalizando a sociedade de então. Assim a família a expulsa de casa, proibindo-a de levar dois de seus três filhos, permitindo que mantivesse consigo somente o filho mais velho, João Gualberto. Chiquinha sofreu muito por ter sido separada de seus filhos Maria do Patrocínio e Hilário, os quais não pôde criar.</div><div class="p">Após a separação, Chiquinha leciona piano e frequenta rodas de choro, acompanhada pelo flautista Joaquim Antônio da S. Callado. Na ocasião, conhece o engenheiro de estradas de ferro João Batista de Carvalho, com quem inicia um relacionamento e tem uma filha: Alice Maria. Vivem juntos muitos anos, mas Chiquinha não aceitava suas relações extraconjugais. Separa-se e, mais uma vez, perde uma filha, pois a guarda de Alice fica com o pai.</div><div class="p">Então, volta a lecionar, retorna à boemia e bailes e passa a viver como musicista independente com o grupo Choro Carioca e tocando piano em lojas de instrumentos musicais. Nesta época sofria preconceito por criar sozinha um filho. Passa a dedicar-se inteiramente à música, obtendo bastante reconhecimento pela composição de polcas, valsas, tangos e cançonetas.</div><div class="p">Envolveu-se com a política, militando em prol da abolição da escravidão e pelo fim da monarquia. Chamava a atenção nas rodas boêmias do Rio por ser independente e por fumar em público, algo que não era considerado de bom tom para mulheres.</div><div class="p">Em 1899, aos 52 anos, após décadas dedicadas à música, conheceu e apaixonou-se por João Batista Fernandes Lage, um estudante de música de 16 anos. A diferença de idade era muito grande, e temendo o preconceito, Chiquinha escondeu o relacionamento adotando João Batista como filho. Assim, pôde viver o grande amor evitando escândalos e em respeito aos seus filhos, protegendo também sua brilhante carreira. Por conta disto, em 1902 mudaram-se para Lisboa, Portugal.</div><div class="p">Após certa resistência inicial, os filhos de Chiquinha aceitaram o romance da mãe com naturalidade. Fernandes Lage aprendeu muito com Chiquinha sobre a música e a vida. Eles retornaram ao Brasil camuflados, nunca assumiram de fato o romance, que foi descoberto após a sua morte através de cartas e fotos do casal. Ela morreu ao lado de João Batista Lage, seu grande amigo, parceiro e fiel companheiro, seu grande amor, em 1935, quando começava o Carnaval. Foi sepultada no Cemitério de São Francisco de Paula, no Catumbi.</div><div class="p">A necessidade de adaptar o som do piano ao gosto popular rendeu-lhe o reconhecimento como primeira compositora popular do Brasil. O sucesso começou em 1877, com a polca 'Atraente', seguida das composições Sultana, de 1878, e Camila, de 1879. Nesta época, Chiquinha segue seus estudos musicais com Artur Napoleão.</div><div class="p">A partir da repercussão de sua primeira composição impressa, resolveu lançar-se no teatro de variedades e revista. Estreou compondo a trilha da opereta "A Corte na Roça", de 1885, com texto de Palhares Ribeiro, no Teatro Imperial, com a companhia portuguesa Souza Bastos. Em 1911, estreia a reconhecida opereta Forrobodó, que chegou a 1500 apresentações seguidas; recordista deste gênero no Brasil. Em 1934, aos 87 anos, escreveu sua última composição, "Maria". Foi autora da música da opereta Juriti, de Viriato Corrêa. Em 1888, com A Filha do Guedes, rege pela primeira vez uma orquestra.</div><div class="p">Em 1886, faz reuniões de violonistas em bairros cariocas para valorizar este instrumento, considerado pela burguesia como símbolo da malandragem. Assim compõe o choro Sabiá na Mata para o concerto de 100 violões, no então Teatro São Pedro.</div><div class="p">Em 1899, compôs Ó Abre Alas, para embalar o desfile do cordão Rosa de Ouro, do bairro Andaraí no Rio de Janeiro. a primeira composição criada para o Carnaval, que definiu um novo estilo musical, a Marcha-Rancho, considerado o ritmo oficial do Carnaval.</div><div class="p">Por volta de 1900 conhece a irreverente artista Nair de Tefé von Hoonholtz, a primeira caricaturista feminina do mundo, da qual se torna-se amiga.</div><div class="p">Chiquinha viaja pela Europa entre 1902 e 1910, tornando-se especialmente conhecida em Portugal, onde escreve músicas para diversos autores. Logo após o seu retorno, Nair de Tefé casa-se com o então presidente da República Hermes da Fonseca, tornando-se primeira-dama do Brasil.</div><div class="p">Chiquinha é convidada pela amiga para alguns saraus no Palácio do Catete, a então morada presidencial, mesmo sob a contrariedade imposta pela família da primeira dama. Em 1914, no palácio presidencial, o recital de lançamento do Corta Jaca, maxixe composto por Chiquinha, escandalizou a imprensa e a burguesia pois a própria primeira-dama do país acompanhou a maestrina no violão. Foram feitas críticas ao governo e retumbantes comentários sobre os "escândalos" no palácio, pela promoção e divulgação de músicas com origens em danças vulgares. O ato de levar para o Palácio do Governo a música popular brasileira foi considerado, na época, uma quebra de protocolo. Após o término do mandato presidencial, Hermes da Fonseca e Nair de Tefé mudaram-se para a França, onde permaneceram por um bom tempo, perdendo contato com Chiquinha.</div><div class="p"> Chiquinha participou da campanha abolicionista e da proclamação da república do Brasil. Também foi a fundadora da Sociedade Brasileira de Autores Teatrais. Ao todo, compôs músicas para 77 peças teatrais, tendo sido autora de cerca de duas mil composições em gêneros variados: valsas, polcas, tangos, <a href="http://pt.instr.scorser.com/CC/Physharmonica/Bahia%2c+Xisto/Lundu.html">lundu</a>s, maxixes, fados, quadrilhas, mazurcas, <a href="http://pt.instr.scorser.com/CC/Physharmonica/Rocha%2c+Davi/Choro.html">choros</a> e serenatas.</div><div class="p">Chiquinha Gonzaga já foi retratada como personagem no cinema, na televisão e no teatro. Dirigida por Jayme Monjardim, na minissérie Chiquinha Gonzaga (1999), na TV Globo, foi interpretada por Regina Duarte e Gabriela Duarte. No cinema, foi interpretada por Bete Mendes, no filme "Brasília 18%" (2006), dirigido por Nelson Pereira dos Santos, e por Malu Galli, no filme O Xangô de Baker Sreet, baseado no livro homônimo de Jô Soares.</div><div class="p">No teatro, foi homenageada na peça Ô Abre Alas, escrita por Maria Adelaide Amaral sob encomenda do Teatro Popular do SESI de São Paulo e cuja montagem ocorreu em 1983, com direção de Osmar Rodrigues da Cruz, cenografia de Flávio Império e tendo a atriz Regina Braga no papel principal. A peça e a montagem de São Paulo arrebataram vários prêmios:</div><div class="p">- Molière (1983): melhor autora para Maria Adelaide Amarale melhor atriz para Regina Braga;</div><div class="p">- Associação Paulista de Críticos de Artes APCA (1983): melhor atriz para Regina Braga, melhor cenografia e figurinos para Flávio Império, melhor direção musical para Oswaldo Sperandio e grande prêmio da crítica para Osmar Rodrigues Cruz;</div><div class="p">- Instituto Nacional de Artes Cênicas Inacen: um dos cinco melhores espetáculos do ano;</div><div class="p">A segunda montagem da peça ocorreu em 1998 no Rio de Janeiro, em comemoração dos 150 anos de nascimento de Chiquinha Gonzaga, com encenação de Charles Möeller e direção musical de Claudio Botelho, tendo Rosamaria Murtinho no papel principal. Em São Paulo, essa segunda montagem, que retrata a vida da compositora dos 13 aos 87 anos, ficou em cartaz em 1999.</div><div class="p">A compositora também foi homenageada no carnaval carioca, no ano de 1985, com o enredo Abram alas que eu quero passar pela escola de samba Mangueira, que obteve a sétima colocação. E em 1997, com enredo Eu Sou Da Lira, Não Posso Negar... pela Imperatriz Leopoldinense. A atriz Rosamaria Murtinho, que vivia a artista no teatro, representou-a no desfile, a escola obteve a sexta colocação.</div><div class="p">A Medalha de reconhecimento Chiquinha Gonzaga, criada através do Projeto de Resolução 14/1999, é conferida a mulheres que militam em prol das causas democráticas, humanitárias, artísticas e culturais no âmbito da União, Estados e Municípios.</div></body></html>